O desafio dos CEOs diante das mudanças

. 15 de febrero de 2017

Por Irene Azevedoh

Vivemos em uma das épocas mais movimentadas, ou seja, nessa segunda década do século XXI tudo está, cada vez mais, em constante transformação e isso inclui as empresas, os indivíduos e a sociedade em geral. Diante disso, as ferramentas de desenvolvimento e apoio de pessoas também precisam se reinventar, principalmente, no que diz respeito à transição de carreira. Afinal, mudanças, sejam elas mercadológicas, tecnológicas ou comportamentais acarretam a reestruturação de processos e cargos. Nesse contexto, os CEOs, diariamente, enfrentam o desafio de lidar com as mudanças inevitáveis e, cada vez mais, volumosas, num mundo cujas novas tecnologias impactam as corporações dos mais variados segmentos numa velocidade avassaladora.

Dessa forma, é perceptível um aumento na procura das empresas por programas de transição de carreira. Afinal, conseguir acompanhar essas transformações e atender as necessidades dos executivos é um desafio contínuo para todas as corporações. Um dos caminhos, sem dúvida, é investindo em tecnologia e em ferramentas que possibilitam o alcance de resultados cada vez mais rápido. Na Lee Hecht Herrison, por exemplo, uma das apostas nessa direção foi num portalgamificado que permite a atualização de acordo com o acesso ou por meio de recursos de última geração. Através dele é possível auxiliar os profissionais a terem informações mais precisas sobre o mercado, dando uma visão panorâmica do cenário. Essa possibilidade é fundamental para aqueles que almejam conquistar uma nova colocação, pois, acima de tudo, é interessante tomar ciência do meio em que a organização está inserida. A era que só um bom currículo contava ficou para trás. Agora é preciso mais. É necessário obter um conhecimento do ecossistema do negócio e de que forma você pode se inserir e colaborar.

Enganam-se aqueles que acham que tal atitude deve ser adotada apenas por níveis gerenciais. Os CEOs também devem ter atenção a esse movimento, já que a crise e, consequentemente, o corte de custos, podem afetar diretamente o alto escalão. Para isso, é preciso que eles tenham ciência de que há outras possibilidades de carreira, além do mundo corporativo. Para esse movimento é importante contar com o acompanhamento de uma Master Coach, assessoria jurídica, de comunicação pessoal e financeira.  Somado a isso, é primordial também contar com um network global. No nosso caso, por exemplo, os profissionais que atendemos podem contar com consultores Masters em qualquer dos 64 países que atuamos com operação própria. Isso significa disponibilizar um único direcionamento estratégico, o mesmo padrão de gerenciamento, preservando a cultura de cada país e a individualidade de cada um.

Com a crise, é inevitável o aumento na movimentação/realocação de recursos humanos e materiais em todas as organizações. Na medida em que elas necessitem se reestruturar mais frequentemente, o nível presidencial é afetado diretamente. Assim, a busca por excelência e modernização de programas de transição de carreira deve seguir o mesmo ritmo, pois aqueles que não se adaptarem sofrerão a “seleção natural corporativa”, ou seja, serão extintos.

 

Irene Azevedoh
Diretora de Transição de Carreira e Gestão da Mudança da LHH

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